sexta-feira, 1 de novembro de 2013

LUCAS DÓRIA


  UMA IDÉIA EM DUAS COM LUCAS DÓRIA  


   Era tarde de sábado, dia 19, em frente a Igreja Matriz, quando Lucas Dória contou um pouco sobre a  sua arte - a fotografia. Este lafaietense de apenas 23 anos está conquistando  o  público  através  da irreverência de seu trabalho. Como? Ousadia - esta é a palavra chave. “Começou assim, a  partir  do  momento  que  eu achei que não cabia só pra mim. Eu  tinha  bastante  idéia  de  foto,  de  fazer comigo mesmo - acabava que tinha foto que limitava.  Então  eu comecei a colocar outras pessoas. Quando eu vi que isto funcionava, comecei a criar em cima disso”.
    O  resultado  pode  ser  conferido  na  sua  página virtual http://www.flickr.com/ldoria.
Seus  ensaios  possuem a  identidade  do seu criador, que interage com o modelo e o am-
biente em  que  se encontram. “Eu gosto muito disso porque  eu conheço a pessoa, a pes-
soa  conhece  como  eu  trabalho. Não tem aquela coisa de que você vai com uma idéia e volta com duas?”. Lucas  afirma ainda sentir aquele friozinho na barriga  quando termina um trabalho e vai apresentá-lo a público - e cita um fato que o fez acreditar mais em suas
criações: “Eu sempre quis ousar mais nos ensaios -  fiz  um ensaio  para  uma  menina de 15 anos, bem florestal, bem verde - é um camuflado. Quando lancei ele aqui, a visualização chegou a quarenta mil em um dia”. E não para de subir. Lucas Doria já conseguiu 60 mil visualizações diárias em seu Flickr.
   Outra  vertente  é  a  página  virtual via Facebook Find/Love - que começou como uma forma  de  expor  os sentimentos de dois personagens fictícios através de “Histórias, Poesias, Fotografias, Momentos, Lugares, Sentimentos e  uma grande Reticências”. Um pouco mais deste trabalho, na foto abaixo - criador sendo a criação. 



     IMAGENS    


   
  A idéia  é  ousar. Fazer  com que a particularidade ímpar da ocasião seja  refletida  na  lente. Já somam-se quatro  anos  em que  o fotógrafo uti-
liza  a  sua criatividade para imortalizar momentos. Ao lado , você pode conferir alguns  destes resultados.
   Para o futuro, Lucas Doria  pretende inovar. “Agora eu não tenho mais medo  de  ousar.  Pretendo  ousar até mais. Gosto  de ensaios onde eu possa criar” - finaliza o fotógrafo.
   E  deixa  escapar que tem um novo projeto  no  “forno”,  que  deve  vir a
público  ainda  no  final  deste ano. É aguardar e conferir.
  Quem  quiser  saber um pouco mais é  só entrar em contato e agendar um
horário.  Vale  a  dica:  não  deixe  de conferir os  outros  trabalhos - é pai-
xão na certa.
   Contato: 31 8626 4586  





PUBLICADO NO CADERNO DE CULTURA 
DO JORNAL CORREIO DE MINAS 
EDIÇÃO 336
www.correiodeminas.com.br





terça-feira, 29 de outubro de 2013

BATE PAPO COM ROCKSTIA


BATE PAPO COM ROCKSTIA

A  banda  lafaietense  Rockstia  foi  criada  em fevereiro de 2012,
com  a  união  de músicos  remanescentes  de  outras  formações. A idéia  principal era focar na apresentação do Pop Rock nacional dos anos
80/90,fortalecendo as versões com arranjos próprios.Este som, já ficou conhecido em Lafaiete e inúmeras cidades da região, como Ouro Branco, Ouro Preto, Congonhas, dentre outros. “Uma  das  principais  ideias daqui  pra  frente é  a  idealização de músicas  próprias,  entrar em estúdio e enfim lançar o primeiro CD. Queremos  também,  conseguir um contrato milionário com alguma gravadora  de  renome e virar celebridade musical (risos). O que sabemos  é  que  o  futuro  será de  muito  esforço, suor, trabalho; mas
acima de tudo, uma imensidão de experiência” - frases consensuais
dos componentes em relação aos planos para o futuro.
        Acima, a banda com três integrantes. Agora a Rockstia está com
um  novo guitarrista  que  promete  acompanhar a ideia da primeira
formação: ROCK AR. Contato para shows: (31) 8667 - 1888.


Thalles  Albuquerque   -   Vocal    
NA MÚSICA: Sou novo no meio musical, comecei a   uns 5 anos atrás.                                                 INFLUÊNCIAS: Escuto muito Legião, Barão,Raul         
Seixas, Ultraje, muito influenciado pelo meu pai e     
 meu tio...                                                           
MANIA: Cantar                                                      
UMA MÚSICA: Tempo Perdido (Legião Urbana)           
SONHO: Viver de música e para a música.                
SE VOCÊ PUDESSE MUDAR O MUNDO O QUE FARIA?    Deixaria o mundo um pouco menos desigual.           
UMA FRASE: Cada sonho que você deixa para trás, é um futuro que deixa de existir. (Steve Jobs)                                                

Cleyton Aguiar    -   Instrumento: Baixo
NA MÚSICA : Faz 16 anos. Passei por diversas
bandas, de rock, sertanejo, baile, até chegar na Rockstia.
INFLUÊNCIAS: Aerosmith, Queen, Kiss, Legião
Urbana, Barão e por ai vai...
MANIA: Andar de moto
UMA MÚSICA: Love Ain't No Stranger
SONHO: Viver de música e para a música.
SE VOCÊ PUDESSE MUDAR O MUNDO O QUE FARIA? Começando por onde????
UMA FRASE: Seja você a mudança que quer ver no mundo.(Mahatma Ghandi)

Zé Luiz Barbosa    -   Instrumento: Bateria 
NA MÚSICA : A cerca de  12 anos.
INFLUÊNCIAS: Minha influência sempre foi o “metal” em várias de suas vertentes. Depois veio o REGGAE, me trouxe suavidade! 
MANIA:Tocar Bateria
UMA MÚSICA: Hoje? Mother (Pink Floyd)
SONHO: Ser consumido pela música, alimentar.
SE VOCÊ PUDESSE MUDAR O MUNDO O QUE FARIA? Mudaria as pessoas.
UMA FRASE: Por aqui não discutimos gostos, por aqui, debatemos o sabor da preferência de cada um.



 Janderson Santos   -   Instrumento: Guitarra
NA MÚSICA: Há uns 12 anos. Estou agora em
experiência na Rockstia - devo ser contratado(risos). Minha função aqui é fazer  a Guita gritar.
INFLUÊNCIAS: O eterno Dimebag Darrell (Pantera) e o Rock n” Roll
MANIA: Tocar Guitarra
UMA MÚSICA: Janis Joplin – Kosmic Blues
SONHO: Música
SE VOCÊ PUDESSE MUDAR O MUNDO O QUE FARIA? Mais cerveja pra todos.
UMA FRASE: Sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade. (Raul Seixas)





PUBLICADO NO CADERNO DE CULTURA 
DO JORNAL CORREIO DE MINAS 
EDIÇÃO 336
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MARY LUCE


QUERO CANTAR COM O ZUNGA


      Quase meio século de carreira e muita história para contar. A cantora lafaietense Mary Luce  abre  seu coração e conta um pouco  de sua vida. “Eu comecei a cantar muito  cedo - meu pai tinha  uma banda e
eu  acompanhava  sempre, isto na década de  60.  Cantava muito em circos, teatros,no Cine Regina. Participei na extinta Rádio Clube no programa de calouros realizado pelo Rolando Souza. Depois, foram
aparecendo os festivais, apresentei muito com o  Tuca Boelsuns,  Levino  Salgado. Cantei c om  Edvaldo Martins, Aparecida Ganine,  que  foi quem me ensinou a usar minha voz de soprano”.
   
  Na sala  de sua casa um quadro do amigo Sérgio Trajano - que retratou a artista.Amigo  que a convenceu a voltar aos palcos  em  1995 em apresentação no Teatro Municipal - um show inesquecível.


DETALHES

MANIA: Gosto  muito de me arrumar - mesmo em casa, estou sempre maquiada.

COMIDA: Estou a base de saladas, mas adoro uma feijoada.

VIAGEM: Gostaria de conhecer o Brasil, cachoeiras lindas...

SONHO: Sonho que eu ainda alimento, é voltar a                                          cantar - cantar pra mim é minha alma - minha
        alma está sentindo falta de cantar. Ainda vou               cantar com o Zunga, você vai ver... Acredito que           isso ainda possa acontecer.

        MÚSICA: Meu hino sempre foi “Eu sei que vou te 

        amar”. 
                                       
        UMA FRASE: O amor está no ar...

        




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DO JORNAL CORREIO DE MINAS 
EDIÇÃO 336
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NOITE DE DIÁLOGOS - CASA DO TEATRO



NOITE DE DIÁLOGOS

NOITE DE DIÁLOGOS

Alunos da Casa de Teatro encenam fragmentos de 
peças de teatro adulto e infantil




      Dias Gomes, Ariano Suassuna, Walcir Carrasco, Maria Clara Machado são apenas alguns dos nomes apresentados na noite de diálogos. Os alunos da Casa do Teatro, coordenados por Geraldo Lafayette, encenaram inúmeros textos de nomes consagrados da dramaturgia e literatura brasileiros.O evento aconteceu no último sábado, dia 19, e contou com a participação de um público entusiasmado, que se envolveu emocionalmente com as apresentações que se multiplicaram no palco.

    Segundo o diretor da Casa do Teatro Geraldo Lafayette, a agenda de espetáculos continua a todo vapor. A próxima empreitada é a participação no 1º FESTA - dia 13 de novembro na cidade de Araguari no triângulo mineiro. Para esta iniciativa, alunos e professores buscam o apoio do empresariado local e regional para viabilizar esta participação. Quem se interessar pode entrar em contato pelo telefone: (31)9315-2428.“No  mês de dezembro estaremos realizando o PROMOCENA - serão 15 dias de teatro  a  R$1,99 o ingresso. Haverá espetáculpos infantis e adultos para agradara todos os gostos. Divulgaremos a agenda em breve e contamos com a casa cheia -
contamos com a participação de todos” - finaliza Geraldo Lafayette.



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DO JORNAL CORREIO DE MINAS 
EDIÇÃO 336
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terça-feira, 10 de maio de 2011

ANJOB ANTIGUIDADES

Anjo e Job são irmãos que trabalham juntos - constroem móveis e peças artísticas através de madeiras nobres e materiais de demolição. Participaram da 1ª edição da CRIA apresentando um pouco desta arte.



                             PEQUENOS  DETALHES                                                     
                              DE DOIS GRANDES ARTISTAS                            

     Anjo e Job - irmãos de sangue e profissão - desenvolveram um talento especial: criam móveis através de materiais de demolição e também,  colecionam raridades,  que  traduzem a história e o saudosismo dos tempos. Visitar o  ANJOB é como uma viagem ao passado com direito a emocionantes e engraçadas histórias. Ao lado,  Anjo apresenta um de seus trabalhos: uma pequena caixa -peça obrigatória para  apresentação  a  todos que visitam o local pela primeira vez. E o artista  pede ao visitante, que tente abri-la,  pois dentro dela,  existe um tesouro incalculável - algo que é fácil de se perder, mas que sempre tentamos segurar.  O  visitante  vira a caixa para um lado, para outro, tenta abrir e por fim se dá por vencido - não conseguiu encontrar o segredo para abrir a caixa.  Anjo  então,  apresenta  uma  abertura verdadeira, que mostra o conteúdo do objeto:  um simples desenho feito a grafite dado por  um amigo. “Não há nada mais importante do que a amizade.  Este é um trabalho simples, mas a amizade  é  simples.  Você tem um tesouro, que é um  amigo.  Como  agora,  eu  tenho mais um tesouro, que é a sua  amizade”  -  palavras  do artista apresentando seu trabalho  ao mais novo e admirado amigo. Coisas de Anjo.


 Anjo (ao fundo) e Job no espaço  Anjob Antiguidades. A criatividade é um dos referenciais do trabalho que eles apresentam, tendo o rústico como inspiração em todas as criações. Uma valorização única de tempo, história    
 e reaproveitamento de materiais. No local, encontram-se tambem, inúmeras peças antigas, desde relógios, sapatos, radiolas e muitas, muitas      histórias Todo o acervo está aberto à visitação.                                        


     UMA MANDALA PARA O AMOR    

  Dois meses - este foi o tempo para que esta mandala fosse confeccionada. Toda feita à mão aliás, por quatro mãos - retrata ao centro duas aves que representam o feminino e o masculino,envoltos em um jardim. Por isso, a referência aoamor. A riqueza dos detalhes talhados na madeira evidenciam a identidade artística de Anjo e Job,que, dividindo trabalhos e somando criatividadeapresentam a sua arte. 
A peça tem cerca de 80 centímetros de altura.


  Para transformarem a madeira em arte, Anjo e Job são os únicos artesãos da região ainda a utilizarem ferramentas manuais, s mesmas utilizadas a décadas por sua família. Arte passada de geração a geração.                                      


APAIXONADOS    EM WOODSTOCK                              

 E a geração de 60 e 70, marcou época pela irreverência e também por um estilo único de se vestir. Plataformas, calças bocas de sino faziam parte do vestuário das décadas. Como o par de sapatos acima, que deixavam as garotas apaixonadas por quem os usasse. Era só chegar, cruzar as pernas, e começar a balançar o pé. Quem assistia a cena, ficava a perguntar:“O que esse cara tem?” Simples: romantismo. Com corações na sola do pé, as pretendentes faziam fila em seu caminho. Os sapatos fazem parte de uma das coleções do Espaço ANJOB.